sábado, 1 de agosto de 2015

Práticas Agroecológicas - ADUBAÇÃO VERDE

CROTALAREA JUNCEA

 

A adubação verde é uma prática de cultivo de plantas, com elevado potencial de
produção de biomassa vegetal, semeadas em rotação, sucessão ou consórcio com espécies de importância econômica.
 
A adubação verde promove vários benefícios como: melhorar a capacidade produtiva do solo; aumentar sua fertilidade e garantir produtividade e maior renda
para os produtores.
 
As sementes de adubos verdes podem ter custo limitante para alguns produtores. No entanto, é importante saber que é possível produzi-las na própria propriedade, ou seja, após a primeira aquisição, que pode ser feito também com a ajuda de redes de sementes, o agricultor pode se tornar produtor de sementes, reservando parte da área para a multiplicação das mesmas. 
 
 No verão, as principais espécies de adubos verdes utilizadas são: mucuna preta (Mucuna aterrima), Crotalaria juncea, Crotalaria ocroleuca, Crotalaria spectabilis, Crotalaria paulina, feijão-de-porco (Canavalia ensiformis), guandu (Cajanus cajan), girassol (Helianthus annus), milheto (Pennisetum glaucum) e sorgo forrageiro (Sorghum bicolor); enquanto no inverno, são: aveia preta (Avena strigosa), nabo forrageiro (Raphanus sativus), ervilhaca (Vicia sativa) e ervilha forrageira (Pisus arvense). 
 
As espécies de adubos verdes podem ser usadas isoladamente ou em conjunto formando um coquetel. 
O coquetel de adubos verdes é a mistura de espécies de diferentes famílias, que possuam diferentes hábitos de crescimento (arquitetura da parte aérea) e ocupem diferentes estratos do solo (desenvolvimento do sistema radicular).

sábado, 25 de julho de 2015

25 de Julho — Dia do Agricultor Familiar


Nessa data, não se comemora simplesmente o dia do agricultor familiar, mas dos responsáveis pela alimentação de toda a população brasileira que com sua simplicidade produz mais de 70% dos produtos que compõe a refeição diária dos cidadãos, de um povo que luta incessantemente por melhores condições de produção e de vida no campo.

Ser agricultor familiar não é apenas uma profissão. Significa ser ator político e social na busca pela implementação de um modelo de desenvolvimento sustentável, com a realização da reforma agrária, promoção do Estado social, igualdade entre gêneros, oportunidade de crescimento e investimento nas iniciativas de jovens e mulheres para permanência na terra.

Nos últimos anos, em que o agricultor familiar tem enfrentado os efeitos das mudanças climáticas e, crises que abalam a existência do meio ambiente e a produção de alimentos saudáveis, eles adquiriram maior notoriedade na sociedade.







São referências quando se fala em produção agroecológica.
Hoje, as inúmeras conquistas obtidas para a agricultura familiar evidenciam-na como importante instrumento de inclusão social e produtiva, com papel estratégico para erradicação da fome e miséria, além de caracterizar-se como importante ator político e social no processo de construção e reformulação das políticas públicas.

 “A agricultura familiar contribui para a erradicação da fome e da pobreza, para a proteção ambiental e para o desenvolvimento sustentável






 Há mais de 500 milhões de propriedades agrícolas familiares no mundo. Suas atividades rurais são geridas e conduzidas por uma família e contam predominantemente com mão de obra familiar. No Brasil, há mais de 4 milhões de estabelecimentos familiares rurais.

Acessem: http://fetraf.org.br/

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Assistência técnica pública leva desenvolvimento ao agricultor familiar - Investimento na agroecologia



“Antes das visitas da Aleide (técnica extensionista), era muita pobreza. Tinha que ir para a cidade trabalhar em casa de família para ganhar o pão. Plantava apenas milho e feijão, não era contemplada no Garantia-Safra e não me permitiam acessar a nenhum programa. Atualmente tenho orgulho de ser reconhecida como agricultora”. A frase é da trabalhadora rural Rosinalda Santana, 51 anos, produtora do município de Tabira, em Pernambuco.

Rosinalda cultiva hoje, em pouco mais de um alqueire de terra, milho, feijão, frutas, hortaliças, além de algumas galinhas caipiras e ovelhas. Em seu quintal produtivo, como ela chama carinhosamente, produz alimentos sem agrotóxicos que são vendidos ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Uma parte, Rosinalda destina para os familiares, que moram na cidade e necessitam de ajuda.

Mas não foi sempre assim. Como disse a agricultora familiar, o que mudou a vida dela foi o apoio que recebeu gratuitamente dos técnicos rurais. A cada ano, milhares de famílias de agricultores como a de Rosinalda recebem os serviços públicos de assistência técnica rural a fim de assegurar melhorias na produção e gestão de negócios.

O resultado disso é o aumento da produção de alimentos, da renda, bem como a melhoria da qualidade de vida das famílias. “Hoje o mundo do agricultor familiar é muito diferente de antes. Não quero mais sair do sítio de jeito nenhum”, afirma Rosinalda.

Ater gera qualidade de vida

“O que a assistência de Ater rural pública e estatal faz é um serviço de educação não formal e de promoção da inovação no meio rural. É um trabalho essencial para a promoção do desenvolvimento social e econômico dos agricultores e agricultoras familiares, com vistas à construção de sua autonomia”, salienta César Oliveira, diretor da Emater Rio Grande do Norte.

É por intermédio das Emateres que o agricultor acessa os programas que integram a política agrícola da agricultura familiar, seja para receber DAP, orientação para o crédito, gestão de cooperativas ou acesso aos mercados públicos, como os abertos pelos programas de Aquisição de Alimentos (PAA) e de Alimentação Escolar (Pnae).

“Com a orientação do técnico, foi possível acessar ao Pronaf Mais Alimentos e comprar um veículo que ajudou muito no transporte das hortaliças, facilitando nosso dia a dia”, explica o agricultor Emerson de Andrade, do município de Lagoa Seca, na Paraíba.

Para o diretor de assistência técnica e extensão rural da Secretaria de Agricultura Familiar do MDA, Marenilson Batista da Silva, o trabalho desempenhado pela rede pública de Ater é essencial para que as políticas cheguem a quem precisa. “Ela garante a operacionalização do conjunto de políticas, uma vez que realiza uma atuação com grande capilaridade. Dessa forma, faz com que a orientação chegue em diferentes recantos do país”, afirma Silva.



Números

Em 2014, 279 mil famílias de agricultores familiares e 412 mil assentados da reforma agrária em todo o país receberam atendimento de Ater. Os recursos investidos chegam a R$1,1 bilhão.

Para atender melhor as demandas de públicos específicos, o MDA investe em assistência técnica direcionada para gestão, quilombola, indígena, sustentabilidade, agroecologia, aquicultura e pesca artesanal, jovens, mulheres, entre outras. Desde 2013, 50% dos serviços de Ater são direcionados às mulheres rurais.

Reconhecida a importância dos serviços de Ater, o Plano Safra 2015/2016 da agricultura familiar traz aumento de 20% dos recursos, em relação à safra passada. Nesta safra, 230 mil novas famílias de agricultores familiares serão atendidas.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário -  http://www.mda.gov.br/sitemda/noticias/assist%C3%AAncia-t%C3%A9cnica-p%C3%BAblica-leva-desenvolvimento-ao-agricultor-familiar

"A comunicação é estratégica desde o princípio da agroecologia no Brasil", afirma Alexandre Pires coordenador do Centro Sabiá

Articulação Nacional de Agroecologia - ANA
    
Apesar de não ser jornalista ou comunicador de nenhuma organização, o coordenador geral da ONG Centro Sabiá, organização que presta assessoria técnica rural na zona da mata e semiárido pernambucano, Alexandre Pires é um entusiasta da comunicação e dos movimentos culturais na agroecologia. Ele também integra o Núcleo Executivo da ANA, e tem contribuído no fortalecimento dessas inciativas dentro do movimento agroecológico no Brasil.
 
Na conversa o biólogo fala sobre a importância do direito à comunicação, sobre os avanços das organizações que compõem a ANA nesse campo nos últimos anos e o travamento do estado nessa pauta. Segundo ele, o último Encontro Nacional de Agroecologia (ENA), realizado no ano passado em Juazeiro (BA), demonstrou que é possível mobilizar a comunicação no movimento agroecológico e projetar uma visibilidade nacional ao tema. O desafio, diz Alexandre, é manter ativa essa articulação nas redes agroecológicas.

Por que essa necessidade de discutir e avançar no tema da agroecologia dentro das organizações do campo agroecológica?


Primeiro precisamos compreender que a comunicação no campo da agroecologia, das organizações e redes no campo da ANA, é uma abordagem extremamente estratégica que permite mostrar à população que existe outro mundo que os grandes meios de comunicação, a mídia de massas, não tem interesse de mostrar: o rural. A diversidade da agricultura familiar, cultura, produção alimentar, formas de viver e trabalhar no campo. Temos a possibilidade de pautar o tema do direito à comunicação, que normalmente está veiculado nos grandes centros urbanos, onde as pessoas têm um vínculo muito mais forte com o debate da comunicação pública, já que muitas vezes as organizações que trabalham no desenvolvimento rural aparentemente não têm vínculo com esse tema ou necessidade de comunicação.

Mas se você resgatar o processo histórico da agroecologia no Brasil verá a comunicação como uma ferramenta estratégica desde o princípio da rede PTA. A comunicação na perspectiva de diálogo entre os técnicos e agricultores, entre os agricultores e numa perspectiva de ferramenta pedagógica com manuais e sistematizações para orientar e organizar o conhecimento dos agricultores (as) para construção da agroecologia. É também nesse período da PTA que se usava a comunicação alternativa através de várias ferramentas como fanzines, boletins copiados, dentre outras formas para mostrar a luta da agricultura alternativa. Depois vem o conceito da agroecologia, e desde o princípio do movimento agroecológico no Brasil, da PTA que dá origem à ANA, a gente faz e se preocupa com a necessidade de uma comunicação pública, democrática e partilhada.

Mas as organizações sempre enfrentaram muitos desafios nesse campo, não?

As condições reais e materiais para se inserir de forma mais eficiente nesses espaços de debate sobre o direito à comunicação são de tempo mais curto na história da ANA e de suas organizações. Um exemplo de comunicação a serviço da agroecologia é o que a ASA (Articulação no Semiárido Brasileiro) vem fazendo com a rede de comunicadores do semiárido, que é uma experiência fantástica porque consegue descentralizar um processo de comunicação articulado. As organizações com seus comunicadores (as) populares conseguem produzir e se inserir nos espaços de debate de comunicação, dar visibilidade às experiências dos agricultores (as) e àquilo que as organizações vêm pautando no ponto de vista político. Ao mesmo tempo fazendo isso no semiárido, através da assessoria de comunicação da ASA.

Olhando para o processo da ANA, a realização do III ENA com a pergunta chave provocadora e estimuladora – Por que interessa à sociedade apoiar a agroecologia? – foi também motivadora para uma reflexão interna na ANA. Sobre como nos comunicamos com a sociedade, para fazer com que a sociedade compreenda o que é a agroecologia, que lutas são essas no campo da ANA, da segurança alimentar, pela terra e o território, pela participação e efetivação dos direitos das mulheres e jovens no campo e na cidade. Ou seja, evidenciar a cultura como um aspecto importante e fundamental da construção da agroecologia.

O III ENA fez com que as organizações, através das caravanas e encontros, dessem start a processos mais amplos de comunicação com a sociedade. De diálogo, ocupando as rádios dos municípios, nas cidades, blogs, tablóides locais, ou até a grande mídia e grandes veículos como a CartaCapital, Brasil de Fato, e outros que não são de massa mas têm uma expressão política importante nacionalmente. Essa visibilidade é grande em relação ao que tínhamos, e foi uma excelente demonstração da nossa capacidade de mobilização dos meios de comunicação e dos comunicadores. No encontro mobilizamos um conjunto de comunicadores de várias regiões do Brasil e mostramos que é possível dar visibilidade às causas da agroecologia e da ANA nacionalmente. O desafio pós ENA é a continuidade desse processo de articulação na ANA para dar mais visibilidade à agroecologia.

 Apesar desse cenário adverso, tem uma crescente conscientização da população em relação à alimentação saudável. A que se atribui isso?

São causas da ANA as sementes crioulas, o combate a transgenia e aos agrotóxicos. Temas que conseguimos um diálogo mais específico com a população urbana, porque tocam diretamente a saúde das pessoas. Os transgênicos ainda é algo aparentemente sem uma massificação de compreensão do que pode causar à saúde das pessoas, mas já tem dados associando a transgenia a problemas de câncer, etc. Então a inserção da ANA, através das suas organizações e redes, no diálogo com a sociedade num processo de comunicação pode ganhar um fôlego muito grande quando pauta essas três dimensões. Também estão associados à biodiversidade, aos conhecimentos tradicionais das populações camponesas, indígenas e quilombolas, etc.

A própria mídia está abrindo brechas com críticas a esses temas.

Há um interesse por trás, que é o agronegócio se apropriar da agricultura orgânica como um nicho de mercado e não é isso o que queremos construir.

Alexandre Pires - Coordenador Geral da ONG Centro Sabiá -PE     


sábado, 18 de julho de 2015

LANÇAMENTO DA FRENTE PARLAMENTAR PELO DESENVOLVIMENTO DA AGROECOLOGIA E PRODUÇÃO ORGÂNICA



Na terça-feira 14/07  foi lançada a Frente Parlamentar pelo Desenvolvimento da Agroecologia e Produção Orgânica na Câmara dos Deputados, em Brasília. 

A iniciativa pretende desenvolver e integrar ações para a promoção e o fortalecimento da agroecologia e a busca da soberania e segurança alimentar e nutricional.
No ato de instalação, o presidente da frente, deputado Leonardo Monteiro (PT-MG), disse que será um espaço para “discutir as políticas públicas e incentivar a agricultura familiar por meio da agroecologia”. “Para isso, é muito importante a participação de todos os setores do governo, da comunidade”, afirmou.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário esteve representado pelo secretário da Agricultura Familiar, Onaur Ruano. Ele ressaltou a importância da criação da Frente: “Estamos trazendo de volta a consolidação do que para todos nós é muito importante, termos uma institucionalidade que possa ser de fato a base que ancora nossas ações e as demandas dos movimentos sociais. É algo que nos permite que, de forma articulada, continuemos a avançar na produção agroecológica e orgânica de alimentos”, destacou.

 
Prioridades
 Durante o I Seminário Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica foram definidas sete metas que são consideradas prioritárias pela Frente Parlamentar, entre elas, reafirmar a importância do cumprimento da função social da terra e dos recursos hídricos; defender a liberdade de produzir alimentos livres de agrotóxicos e transgênicos; e reproduzir, conservar e estimular todas as formas de diversidades de sementes e mudas.

Ações do MDA
 O ministério já desenvolve políticas de incentivo a essas formas de produção como a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Pnapo) - instituída em 2012 e o Plano Nacional da Agroecologia (Planapo), que tem o objetivo de articular e implementar programas e ações de incentivo a produção agroecológica, a produção orgânica e de base agroecológica.

Há também a Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Cnapo), órgão de composição paritária entre governo e sociedade civil organizada, voltado ao diálogo, participação e controle social do Planapo; a Câmara Interministerial de Agroecologia e Produção Orgânica (Ciapo), no âmbito governamental, com a responsabilidade de elaborar e executar o Planapo, articulando os diferentes órgãos e entidades do Poder Executivo Federal.

Tássia Navarro
Ascom/MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário

terça-feira, 14 de julho de 2015

Brasil vai alavancar na Agroecologia, afirma ministro



As políticas brasileiras de incentivo à agroecologia foram apresentadas pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, a governantes, representantes da sociedade civil e acadêmicos de países da América Latina e Caribe. O ministro destacou, especialmente, o plano Brasil Agroecológico, o investimento em assistência técnica e extensão rural, e o aumento da comercialização. “Estamos trabalhando como questão central a agroecologia, a conciliação da produção com a qualidade, a saúde e a preservação do meio ambiente”, informou.  


Patrus reafirmou que o País ainda vai investir muito em pesquisa, desenvolvimento científico, tecnológico e cultural para alavancar a agroecologia. “Isso para encontrar o equilíbrio de preservar o meio ambiente, a terra, os recursos naturais, a água para as gerações futuras. E ao mesmo tempo produzirmos alimentos, bens e serviços necessários para uma vida digna e decente para todas as pessoas”, completou. 

Na avaliação do representante da Celac, Efraín Isacas, é preciso levar a agroecologia a outros níveis e tratá-la com prioridade. “Temos que fazer um esforço e mostrar que ela traz uma enorme contribuição para a economia dos agricultores familiares e de todos os países”, afirmou. 

A coordenadora do Movimento das Mulheres Camponesas da Via Campesina e representante da Aliança dos Povos pela Soberania Alimentar da América Latina e Caribe (Aliança), Adriana Mezzadri, relatou a luta pela promoção da agroecologia no meio rural. “Nós temos debatido, defendido e resistido com muita força essa perspectiva de construção coletiva. Para nós a agroecologia é essa construção coletiva e que tem a ver com a soberania alimentar e popular de todo o povo”, explicou

 

Países da América Latina e Caribe discutem Agroecologia em Seminário 
Link vídeo:  https://www.youtube.com/watch?v=sq6Xb3-Sfy0

sexta-feira, 10 de julho de 2015

FAO E GOVERNOS DA AMÉRICA LATINA ASUMEM COMPROMISSO PARA FORTALECER A AGROECOLOGIA

Como resultado do Simpósio Internacional sobre Agroecologia para Segurança Alimentar organizado em setembro de 2014 pela FAO no marco do Ano Internacional da Agricultura Familiar, realizou-se em Brasília, de 24 a 26 de junho de 2015, o Seminário Regional sobre Agroecologia na América Latina e Caribe.

Entre as principais recomendações dos participantes do documento para a região estão medidas como:
"Promover políticas públicas de fomento à agroecologia e à soberania alimentar, definidas, executadas e monitoradas com ativa participação dos movimentos sociais e da sociedade civil organizada, assegurando orçamento necessário para sua implementação"

"Assegurar a função social da terra e da água por meio da reforma agrária e políticas fundiárias e da garantida dos direitos territoriais dos povos indígenas, originários e povos e comunidades tradicionais."

"Criar condições para restringir as práticas de monocultivos, uso de agrotóxicos, e concentração da terra de forma a propiciar o escalonamento da produção campesina de base agroecológica na região latino-americana e Caribe."

ACESSSEM:  http://www.agroecologia.org.br/
 seminario fao

Sementes crioulas: verdadeiros patrimônios genéticos

Agricultoras e agricultores familiares de todo Brasil contribuem de diversas maneiras para a preservação da agrobiodiversidade. Uma das prin...